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O filme What the bleep do we know, que chegou até mim através da casa Índigo com o nome de Quem somos nós?, após um enorme sucesso boca-a-boca pelo mundo afora. Esse é um daqueles filmes que não é para ser visto entre um compromisso e outro, ou com amigos e familiares a conversar consigo porque ele exige concentração e silêncio, exige atenção integral, e assim mesmo no fim vai querer repetir para ver se alguma coisa lhe escapou e entender melhor outras partes.

Abaixo colocarei alguns excertos do filme, para que vocês possam ter uma idéia do potencial revolucionário que ele traz para a nossa forma de encarar o mundo: Quanto mais se estuda a física quântica, mais misteriosa e fantástica ela se torna. A física quântica, falando de uma maneira bem simples, é uma física de possibilidades. São questões pertinentes de como o mundo se sente em relação a nós.

Se existe uma diferença entre o modo do mundo nos sentir e como ele realmente é. Já parou para pensar do que os pensamentos são feitos? Todas as épocas e gerações têm suas próprias suposições: O mundo é plano, o mundo é redondo, etc. Existem centenas de suposições que acreditamos ser verdadeiras, mas que podem ou não ser verdadeiras. Claro que historicamente, na maioria dos casos não eram verdadeiras.

Se tomarmos a história como guia, podemos presumir que muitas coisas em que acreditamos sobre o mundo podem ser falsas. Estamos presos à certos preceitos sem saber disso. São crenças que estão no nossos genes, que adquirimos com familia, amigos na escola enfim que ao longo de todas as nossas vidas e que estão registadas em nós. É um paradoxo O materialismo moderno tira das pessoas a necessidade de se sentirem responsáveis, assim como a religião! Mas eu acho que se você levar a mecânica quântica a sério, verá que ela coloca a responsabilidade nas nossas mãos e não dá respostas claras e reconfortantes. Ela só diz que o mundo é muito grande e cheio de mistérios.

O mecanismo não é a resposta, mas não vou dizer qual é, pois vocês têm idade suficiente para tomarem suas decisões.Por que continuamos recriando a mesma realidade? A realidade das nossas vidas é e será aquilo que desejarmos.

Por que continuamos tendo os mesmos relacionamentos?

Porque não aprendemos que o Amor que está fora e tanto ansiamos é muito menor e menos puro que o que está dentro de nós, são ambos importantes mas o que está dentro esse será sempre real.

Por que continuamos tendo os mesmos empregos repetidamente? E insatisfeitos, infelizes e doentes…siga seu coração.

Nesse mar infinito de possibilidades que existem à nossa volta, por que continuamos recriando as mesmas realidades? Por medo do desconhecido, daquilo que não vimos, não sentimos, vemos e ouvimos, a vida é muito mais do que aquilo que vive aqui e agora ela é e será tudo aquilo que deseja.

O Universo conspira sempre a seu favor. Não é incrível existirem opções e potenciais que desconhecemos? Sim é mas estão a disposição de todos nós exigem esforço e dedicação. É possível estarmos tão condicionados à nossa rotina, tão condicionados à forma como criamos as nossas vidas, que compramos a idéia de que não temos controle algum? Pois é …é pura mentira quem controla a nossa vida somos nós, bom ou mau aquilo que vivenciamos e sentimos atraimos até nós. Fomos condicionados a crer que o mundo externo é mais real que o interno pura mentira aquilo que está dentro reflecte o que está fora e vice versa se nos deixarmos dominar pelos outros, pelos medos, pelas crenças.

Na ciência moderna é justamente o contrário. Ela diz que o que acontece dentro de nós é que vai criar o que acontece fora. Existe uma realidade física que é absolutamente sólida, mas só começa a existir quando colide com outro pedaço de realidade física. Esse outro pedaço pode ser a gente, claro que somos parte desse momento, mas não precisa necessariamente ser. Pode ser uma pedra que venha voando e interaja com toda a confusão em que vivemos, provocando um estado particular de existência. Filósofos no passado diziam: “Se eu chutar uma pedra e machucar meu dedo, é real. Estou sentindo, é vívido.”

Quer dizer que é a realidade. Mas não passa de uma experiência, e é a percepção dessa pessoa do que é real. Aquilo que nos experenciamos em cada situação e aquilo que sentimos é que dá ou não enfoque a esse momento. Experimentos científicos nos mostram que se conectarmos o cérebro de um pessoa a computadores e scanners e pedirmos para olharem para determinados objetos, podemos ver que certas partes do cérebro sendo ativadas.

Se pedirmos para fecharem os olhos e imaginarem o mesmo objeto, as mesmas áreas do cérebro se ativarão, como se estivessem vendo os objetos. Então os cientistas se perguntam: quem vê os objetos, o cérebro ou os olhos? O que é a realidade? É o que vemos com nosso cérebro? Ou é o que vemos com nossos olhos? A verdade é que o cérebro não sabe a diferença entre o que vê no ambiente e o que se lembra, pois os mesmos neurônios são ativados, daí a importância da sua capacidade de visualização criativa. Imagine, sonhe e essa será a sua realidade pode demorar m dia, uma semana, um mês, um ano mas valerá a pena. Então devemos nos questionar, o que é realidade? Somos bombardeados por grandes quantidades de informação que, quando entram no seu corpo, são processadas pelos seus órgãos sensoriais, e a cada passo partes da informação vão sendo descartadas. O que finalmente chega na consciência é o que serve mais a cada pessoa.

O cérebro processa 400 bilhões de bits de informação por segundo, mas só tomamos conhecimento de 2.000 bits. E esses 2.000 bits são sobre o que está ao nosso redor, nosso corpo e o tempo. Vivemos em um mundo onde só enxergamos a ponta do iceberg. Isso significa que a realidade está acontecendo a todo momento no cérebro, mas nós não a absorvemos. Os olhos são como lentes, mas o que realmente estamos a ver é a parte de trás do cérebro. É o córtex visual, igual a essa câmera.Você sabia que o cérebro imprime o que ele vê? Por exemplo: essa câmera de vídeo está vendo muito mais ao meu redor do que o que está aqui, porque ela não faz objeções ou julgamentos. O filme que está passando no cérebro é do que temos habilidade para ver.

É possível que nosso olhos, nossa câmera, enxergue mais do que o nosso cérebro tenha a habilidade de conscientemente projetar? Da forma que nosso cérebro funciona, só conseguimos ver o que acreditamos ser possível de visualizar…imagina que acredita que vê auras com o tempo isso poderá acontecer quer esteja de olhos abertos ou fechados. Os padrões de associação já existem dentro de nós através de um condicionamento que trazemos assim que encarnamos neste mundo e de vidas passadas quer acredite nisto ou não.

Uma história incrível, que acredito ser verdadeira, conta que quando os índios americanos nas actuais ilhas das caribias viram as naus de Colombo a aproximarem-se, na verdade eles não conseguiam ver nada, pois não eram parecidas com nada que tivessem visto antes e portanto não terão sido registado pelo cerebro. Quando Colombo chegou no Caribe, nenhum nativo conseguia enxergar os navios, mesmo estando eles no horizonte. A razão de não verem os navios era porque não tinham conhecimento. Seus cérebros não tinham experienciado o facto de existiam navios e que andavam sobre o mar. O shamã começa a notar ondulações no Oceano, porque eles tem um boa percepção do que ocorre na natureza. Mesmo não vendo os navios, imagina o que está causando aquilo. Então ele começa a olhar todos os dias e depois de um certo tempo, ele consegue ver os navios. E quando ele enxerga os navios, conta para todos que existem navios lá. Como todos confiavam e acreditavam nele, porque na altura era o “orgão máximo” por assim dizer, também eles ao cheguerem lá conseguiram ver.

Nós criamos a realidade, mas criamos máquinas que produzem realidade que afetam a realidade o tempo todo. Sempre perseguimos algo refletido no espelho da memória. Se estamos ou não vivendo em um grande mundo virtual, é uma pergunta sem uma boa resposta, é um grande problema filosófico. E temos que lidar com ele conforme o que a ciência diz do nosso mundo. Como somos sempre observadores na ciência, ficamos limitados ao que o cérebro humano capta. É a única forma de vermos e percebermos as coisas que fazemos. Então é possível que isso tudo seja uma grande ilusão da qual não conseguimos sair para ver a verdadeira realidade.Seu cérebro não sabe distinguir o que está acontecendo lá fora do que acontece aqui dentro.

Não existe o “lá fora” independente do que está acontecendo aqui dentro, mas se nos capacitarmos daquilo que são nossas emoções como nos sentimos e vivemos podemos mudar tudo. Inicialmente vamos falar do mundo sub-atômico, e depois do que nos falam ser a realidade. A primeira coisa é que o mundo sub-atômico é uma fantasia criada por físicos “loucos” que tentam entender o que diabos acontece quando fazem pequenas experiências com grandes energias em pequenos espaços e em curtos espaços de tempo. As coisas ficam bem inexplicáveis.

A física sub-atômica foi inventada para tentar desvendar tudo isso…será. A nova ciência – chamada física quântica – é sujeita a todo tipo de hipóteses, pensamentos, sentimentos, intuições, para se descobrir o que diabos está acontecendo connosco aqui e agora. A matéria não é o que pensávamos ser Os cientistas viam a matéria como algo estático e previsível. As partículas ocupam um espaço insignificante nas moléculas e átomos. São partículas fundamentais. O resto é o vácuo. Parece que essas partículas aparecem e desaparecem o tempo todo.

Para onde vão quando não estão aqui? Essa pergunta é complicada. Vou dar duas respostas: Nº 1: Vão para universos alternativos, onde as pessoas fazem a mesma pergunta quando elas somem e vêm pra cá: “Para onde elas foram?” A outra envolve o grande mistério da direção do tempo. De uma certa forma, as ossas leis fundamentais da física não fazem distinção entre passado e futuro. Temos um quebra-cabeça do ponto de vista das leis da física. Por que nós somos capazes de lembrar do passado, e não temos o mesmo acesso epistemológico ao futuro?

Por que devemos pensar que nossas ações no presente afetam o futuro mas não o passado? O fato de termos um diferente acesso epistemológico para o passado e futuro, o controle que nossas ações têm sobre o futuro mas não sobre o passado, tudo isso é tão fundamental para o modo como sentimos o mundo, que não termos curiosidade sobre isso é quase o mesmo que estarmos mortos! Na verdade a maior parte do universo está vazia. Gostamos de imaginar o espaço vazio e a matéria sólida, mas, na verdade, não tem nada na matéria, ela não possui substância!

Veja um átomo. Pensamos que é uma bola sólida. Mas na verdade é esse pontinho pequeno com matéria densa no centro, cercado por uma nuvem de elétrons que aparecem e desaparecem. Mas acontece que tal descrição também não está correta. Até o núcleo, que pensávamos ser tão denso, aparece e desaparece assim como os elétrons. A coisa mais sólida que pode existir nessa matéria desprovida de substância é um pensamento, um bit de informação concentrada. O que faz as coisas são idéias, conceitos e informação. Você nunca toca em nada.

Os eléctron criam uma carga que afasta os outros eléctron antes do toque. Ninguém toca em nada Cabe aqui um parêntese para que o leitor entenda melhor os pilares da física quântica. Por isso, reproduzo parte do livro Percepção e Consciência: “Os elementos atómicos, a luz e outras formas electromagnéticas têm um comportamento dual – ora se comportam como se fossem constituídos por partículas, ora agem como se fossem ondas que se expandem em todas as direcções. E, ainda mais estranho, a natureza do comportamento observado era estabelecida pela expectativa expressa no experimento a que estavam sujeitos: onde se esperava encontrar partículas, lá estavam elas, da mesma forma como ocorria onde se esperava encontrar a onda. Era como se o esperado se reflectisse na experiência. Como se poderia conciliar o fato de que uma coisa podia ser duas ao mesmo tempo, e como manter a objectividade se o tipo de experimento, e consequentemente a expectativa do esperado, pareciam determinar um ou outro comportamento experimental? A solução foi dada por Niels Bohr ao elaborar o princípio da complementaridade. Ele estabelece que, embora mutuamente concludentes num dado instante, os dois comportamentos são igualmente necessários para a compreensão e a descrição dos fenómenos atómicos. O paradoxo é necessário. Ele aceita a discrepância lógica entre os dois aspectos extremos, mas igualmente complemetares para uma descrição exaustiva de um fenómeno. No domínio do quantum não se pode ter uma objectividade completa… Assim, mais um pilar newtoniano-cartesiano, o mais básico, talvez: não se pode mais crer num universo determinístico, mecânico, no sentido clássico do termo.

A nível subatômico não podemos afirmar que exista matéria em lugares definidos do espaço, mas que existem ‘tendências a existir’, e os eventos têm ‘tendências a ocorrer’. É este o Princípio da Incerteza de Heisenberg.” Uma partícula, que pensamos ser algo sólido, existe no que chamamos de superposição, espalhando uma onda de possíveis localizações, todas ao mesmo tempo. E quando você olha, ela passa a estar em apenas uma das possíveis posições. O mundo tem várias formas de realidade em potencial, até você escolher a que quer.

Pode-se estar em muitos lugares ao mesmo tempo, experimentando várias ossibilidades, até elas convergirem para apenas uma. Como um objeto pode ter dois estados ao mesmo tempo?Em vez de pensarmos nas coisas como possibilidades, temos o hábito de pensar que as coisas que nos cercam já são objetos que existem sem a minha ontribuição, sem a minha escolha. Nós precisamos de banir essa forma de pensar; temos que reconhecer que até o mundo material que nos cerca – as cadeiras, as mesas, as salas, os tapetes – não são nada além de possíveis movimentos da consciência e energia.

E eu estou escolhendo momentos nesses movimentos para manifestar minha experiência atual. É algo radical que precisamos compreender, mas é muito difícil, pois achamos que o mundo já existe independente da minha experiência. Mas não é assim, e a física quântica é bem clara. O próprio Eisenberg, depois da descoberta da física quântica, disse que os átomos não são objetos, são tendências. Em vez de pensar em objetos, você deve pensar em possibilidades.Tudo é possibilidade subconscientemente! Agora você pode ver em inúmeros laboratórios pelos EUA objetcos que são suficientemente grandes para serem vistos a olho nu, e que estão em dois lugares simultaneamente. Pode-se até tirar uma foto disto.

Suponho que se você mostrasse essa foto, as pessoas diriam “Ok, posso ver essa luz colorida, um pouco ali, um pouco aqui… é a foto de dois pontinhos, o que tem demais? Estou vendo duas coisas.” Não! É uma coisa só, em dois lugares ao mesmo tempo! Acho que as pessoas não se impressionariam, pois acho que elas não iriam acreditar sequer nessa possibilidade. Não que digam que sou mentirosa, ou que os cientistas estão confusos. Acho que tão misterioso que não dá para compreender o quão fantástico é e pode ser se nos capacitarmos disso. Todos viram Jornada nas Estrelas e o tele-transporte, então se perguntam “Mas e daí, o que isso quer dizer?” Mas temos que parar e pensar no que isso realmente significa.

É o mesmo objeto e ele está em dois lugares ao mesmo tempo! Em quantas dimensões estamos nós mesmos, em quantas podemos estar? As pessoas trabalham, se aborrecem, almoçam, vão para casa e vivem a vida como se nada de especial estivesse acontecendo, porque foi assim que se habituaram a viver, que viram seus Pais fazer, seus Avós e não conseguem ver que a vida é mágica e muito mais que isso tudo que esta a nosa frente.

A física quântica calcula apenas possibilidades. Mas se aceitarmos isso, a questão passa a ser: que escolha temos que fazer dentre as possibilidades para iniciarmos o evento da experiência? Então vemos concretamente que a consciência tem que estar envolvida. Imagine que tem uma decisão a tomar se se sentar um pouco respirar fundo e pensar nas hipoteses que tem em consciência não irá receber uma resposta de qual o caminho que deve seguir mas as suas emoções e aquilo que sentir quando visualiza a si mesma a fazer isso essa emoção que ira receber é que lhe vai dizer qual o caminho que deve seguir pode ser bom ou mau mas é necessa´rio a sua evolução.

O observador não pode ser ignorado Sabemos o que um observador faz no ponto de vista da física quântica, mas não sabemos quem e o que o observador é na verdade.Temos tentado encontrar uma resposta. Entramos na mente, usando todos os recursos que temos para acharmos algo que possa ser o observador. Mas não achamos nada no cérebro. Nada na região do córtex. Nada no subcórtex. Não identificamos um observador lá. Mas mesmo assim temos a sensação de sermos tais observadores, observando o mundo lá fora.Seria esse o observador? Nós somos observadores internos e externos.

E por que é tão complicado entender esse mundo louco e estranho de partículas quânticas e o modo como reagem? Esse seria então o observador? Para mim o observador é o espírito ou o Eu Superior que é nada mais nada menos que a minha metade mais consciencte, pura e equilibrada É a consciência que está dirigindo meu corpo fisico. Washington D.C. Chamada de “a capital do mundo em assassinatos, morte e/ou crimes”, essa cidade recebeu um grande experimento no verão de 1993. Quatro mil voluntários vieram de 100 países para uma meditação coletiva durante longos períodos do dia. Segundo o FBI, isso faria com que os crimes violentos caíssem em 25% naquele verão em Washington.

O chefe de polícia foi à televisão dizer que o crime só diminuiria em 25% se “nevasse no verão”. No final a polícia se tornou colaboradora e autora desse estudo, pois o resultado foi uma queda de 25% nos crimes em Washington. Isto poderia ser previsto com base em 48 estudos anteriores que já haviam sido feitos em menor escala. É algo que nos leva a imaginar que as pessoas estão afectando e muito a realidade que vemos e vivemos. Muitas pessoas não afectam a realidade de forma consistente porque não acreditam que possam. Elas escrevem uma intenção e depois a apagam, pois acham que é tolice. “Não consigo fazer isso” –isto meus amigos não somos nós é EGO.

Escrevem de novo e apagam. Isso tem um efeito muito pequeno, pois elas não acreditam que possam fazer isso.- MAS PODEM Se você acreditar com todo seu ser que pode andar sobre a água, isso acontecerá. Se você acreditar no que quer que seja que possa fazer todo Universo conspira sempre a seu fazer e portanto será uma realidade. É como pensamento positivo, que é um conceito maravilhoso.

Mas geralmente temos uma névoa de pensamento positivo, cobrindo uma enorme massa de pensamento negativo….o que fazer é insistir e insistir ate que esta totalmente coberto e não seja mais uma nuvem. Pensar positivo apenas disfarça o nosso pensamento negativo. Quando pensamos em objetos, tornamos a realidade mais completa do que realmente ela é. É aí que você ficamos presos. Ficamos presos na uniformidade da realidade, pois se ela é completa eu sou insignificante, não posso alterá-la. Mas, se a realidade é minha possibilidade – possibilidade da própria consciência – imediatamente perguntamos como podemos alterá-la, torná-la melhor, mais alegre. É uma extensão da nossa imagem. Nos pensamentos antigos, não podíamos mudar nada, pois não tínhamos papel na realidade.

Ela já estava lá, feita de objetos que se moviam de acordo com leis. A matemática determinava como reagiriam em determinada situação. Nós não tínhamos papel algum. Na nova visão a matemática nos mostra as possibilidades das reações que os objetos podem ter, mas não nos dá a experiência real que teremos na consciência. Eu que escolho tal experiência: Dessa forma eu crio minha própria realidade. Pode parecer uma afirmação bombástica de alguém sem nenhum conhecimento de física, mas a física quântica está nos dizendo isto.

Existem literalmente diferentes mundos onde vivemos. Há o mundo microscópico que vemos, o mundo das nossas células, o mundo dos nossos átomos…

Eles possuem sua própria linguagem, sua própria matemática. E não são apenas pequenos como muitos de nós imaginamos. Cada um é totalmente diferente, mas se complementam, pois eu sou meus átomos, mas também sou minhas células. A minha fisiologia microscópica é verdadeira, só que em diferentes níveis.

O nível de verdade mais profundo, descoberto pela ciência e filosofia, é a verdade fundamental da unidade. SOMOS TODOS UM

No nível sub nuclear mais profundo da nossa realidade, você e eu somos um só.

Pensem bem nisto..bom fim de semana

Muita Paz Luz e Amor

Que SDL tragam toda a sabedoria necessária a sua evolução

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