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O Karma

Apenas nós — e mais ninguém — determinamos se sofreremos ou se seremos felizes. A escolha entre beber veneno ou tomar remédio está em nossas próprias mãos. O remédio pode ter um gosto amargo no momento; o veneno pode até mesmo ter um sabor doce. Mas a longo prazo, o veneno apenas conduzirá ao sofrimento e o remédio a um benefício maior. Quando as pessoas sofrem, elas muitas vezes se perguntam, “O que eu fiz para merecer isto? Sou basicamente uma pessoa boa, mas as coisas continuando saindo erradas. Por quê?” Isto é porque o karma que criamos durante muitas vidas está amadurecendo agora. Quando plantamos as sementes de karma bom através de ações virtuosas, encontramos experiências afortunadas, e quando plantamos as sementes de karma ruim, encontramos experiências muito difíceis, cheias de sofrimento.

Apesar de o karma trabalhar deste modo, tendemos a culpar alguém ou algo — ao invés de nós — mesmos quando as coisas saem erradas. Podemos culpar a poluição do ar ou da água, por exemplo, por uma doença. Podemos atribuir um problema mental ou emocional a algo que nossos pais fizeram a nós quando éramos crianças. É verdade que nossa experiência é influenciada por condições externas, mas fundamentalmente é o nosso karma que produziu essas condições. Por exemplo, nem todos os milhões de pessoas que vivem em uma cidade grande com ar poluído ficam doentes. De modo similar, nem todo ser que vive no alto das montanhas — onde o ar e a água são puros — é saudável. Tanto a base da saúde quanto da doença é o karma.

Não sabemos qual aspecto de nosso karma prevalecerá ou qual experiência nos espera na hora de nossa morte. Mas podemos desenvolver algum insight nisto observando nossa mente desde manhã até a noite. Que tipo de pensamentos surge? Quantas horas passamos contemplando coisas virtuosas e criando virtude com nosso corpo, fala e mente? Quantas horas passamos nos engajando em pensamentos nocivos e negatividade? Quantas horas passamos nos entregando a pensamentos inúteis?

A maioria de nós teria dificuldades para encontrar uma única hora na qual nossos pensamentos e intenções fossem completamente puros. E mesmo se o fizéssemos, isso não seria o bastante. Em um cabo de guerra com uma pessoa de um lado e vinte e três do outro, quem ganhará? Uma hora de virtude é sobrepujada duramente por vinte e três horas de negatividade. Se nossas mentes não estiverem inclinadas para a virtude, não podemos assumir que atingiremos um renascimento superior, um reino celestial ou divino, ou nem mesmo um renascimento humano após esta vida.

Apesar de estarmos sujeitos à lei do karma, podemos mudar nossa experiência purificando as ações passadas através de métodos espirituais. A oportunidade para seguir o caminho espiritual é agora, no bardo desta vida.

Começamos nossa jornada no caminho buddhista tomando refúgio. Como o Buddha Shakyamuni realizou completamente o caminho, indo além do samsara e do nirvana, podemos confiar nele como um guia. O Buddha sustentou um compromisso de não ferir os outros, de parar todas as ações negativas do corpo, toda fala prejudicial e todos os pensamentos negativos e nocivos. Seguindo seu exemplo, nós também fazemos este compromisso, entendendo que se pararmos de prejudicar os outros, não mais iremos experienciar os efeitos do karma negativo. O compromisso de não nos engajarmos em pensamentos, palavras ou ações negativos é a essência do voto de refúgio.

Além de nos abstermos da não-virtude, criamos virtude revertendo o hábito da auto-importância, de sempre nos focarmos sobre nós mesmos. Durante muitas vidas, colocamos nosso próprio benefício antes do benefício dos outros. Ao invés disso, precisamos desenvolver uma motivação verdadeiramente abnegada — a intenção sincera de beneficiar os outros de todos os modos que pudermos através de nosso corpo, fala e mente. Quando agimos consciente e diligentemente com esta motivação pura, geramos virtude, a causa de felicidade futura. Acumular tanta virtude quando possível e dedicá-la para o benefício dos outros é o caminho do bodhisattva. Em essência, significa trazer um bom coração a tudo que fizermos.

Através da meditação, podemos purificar o karma que já criamos usando os quatro poderes. O primeiro poder é o da testemunha. Visualizamos à nossa frente nosso objeto de refúgio, o Buddha por exemplo. O segundo poder é o do arrependimento. Séria e profundamente, nos arrependemos do mal que fizemos aos outros através do corpo, fala ou mente, nesta vida ou em qualquer outra. O terceiro poder é o do compromisso. Nós contemplamos, “Agora que entendi as conseqüências, não mais cometerei ações prejudiciais, não importa o que aconteça”. O quarto poder é o da bênção que surge em resposta à nossa fé e oração. Visualizamos as bênçãos de nosso objeto de refúgio como néctar ou luz, que flui através de nós e purifica todo o nosso karma negativo e obscurecimentos. Se fizermos esta prática de purificação diligentemente, seus efeitos se tornarão evidentes em nosso dia, assim como em nossas experiências durante os sonhos.

Fazendo o compromisso de não prejudicar e de purificar as ações prejudiciais passadas, podemos tanto purificar os efeitos do karma que já criamos tanto quanto fechar a porta para o sofrimento futuro.

Fonte http://www.dharmanet.com.br

Muita Paz * Amor* e Luz*

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Escrito por Pedro Elias

Cada vez mais se faz necessário a formação de curadores dentro da humanidade encarnada. Seres que despojados de qualquer vontade humana de curar, e entregues à vontade de Deus, possam funcionar como verdadeiros agentes dessa cura tão urgente e necessária nos tempos de hoje. Seres que não são formados por nenhuma técnica humana, por nenhum método espiritual ou terapêutico, mas que na entrega incondicional ao mais alto se colocaram, de forma silenciosa e despojada, ao serviço do plano evolutivo.

Enquanto terapeutas nós agimos na superfície dos sintomas, aliviando-os, direccionando-os, remanejando-os, dando um conforto tantas vezes necessário para que a pessoa possa seguir em frente com mais confiança e segurança. Não há nada de errado na terapia. É um instrumento que deve ser usado dentro dos limites do campo da sua acção. Contudo, não estamos ainda no domínio da cura. É como se eu tivesse uma mangueira por onde passasse óleo, e num determinado ponto dessa mangueira existisse um furo. Esse furo, ao verter óleo para o chão, formou uma mancha de sujidade, sendo um risco para quem ali puder vir a escorregar. O terapeuta vai agir sobre o chão, permitindo que este seja limpo do óleo que ali está.

Contudo o furo permanece na mangueira e o óleo continuará a verter sobre esse chão, sendo uma questão de tempo para que tudo volte ao ponto inicial. Quando nós entramos nos domínios da cura, o óleo do chão até poderá continuar lá, mas a mangueira será reparada e não mais verterá. Esta situação, muitas vezes, não é confortável para quem busca uma solução para o seu problema, já que essa busca é muitas vezes superficial e egoísta.

A pessoa quer um alívio dos sintomas e não a cura. E se num processo de cura esses sintomas não são removidos, podendo até ser intensificados, a reacção poderá até ser de rejeição. Seja como for, o problema foi resolvido e o óleo do chão ficará entregue ao livre arbítrio da pessoa e seu respectivo carma. Este remanejar de energias e de forças que a terapia nos traz não é mais adequado para quem busca a verdadeira cura, pois como vimos no exemplo anterior o problema não é solucionado, apenas camuflado. A pessoa fica numa espécie de banho-maria, aliviando os sintomas e com isso caminhando um pouco e logo depois parando de novo quando esses sintomas retornam, por vezes com mais intensidade, pois aquele buraco na mangueira só terá tendência a aumentar. Nenhuma cura poderá alguma vez acontecer por parte de nenhum terapeuta se neste existir o desejo de que o seu paciente seja curado, pois aqui existe uma forma de manipulação e por isso mesmo uma interferência. Nós não temos que desejar nada, mas simplesmente nos colocarmos como instrumentos para que a vontade Divina seja realizada.

Por outro lado, nenhuma cura poderá alguma vez acontecer por parte de nenhum terapeuta que imita para um outro qualquer tipo de energia, pois isto é magia. E mesmo que seja branca, continua a ser magia que é uma interferência e como interferência que é geradora carma. Nada disto é Cura. A Cura começa no silêncio de qualquer vontade humana de curar e de uma entrega incondicional de todo o processo ao mais Alto. Quando alguém necessitado de cura chega junto de um verdadeiro curador, nenhuma técnica é aplicada àquela pessoa. Este ouve com toda a sua atenção, em silêncio, e depois, sem emitir nenhum tipo de energia nem formular nenhum tipo de desejo, mesmo que seja o desejo de curar aquela pessoa, ele traz todo aquele contexto para a sua consciência e dentro desse silêncio, com a sua atenção plenamente concentrada no problema, sem o questionar e sem formular nenhum tipo de juízo, ele permite que um conduto interno seja aberto para que a vontade de Deus se realize naquele contexto.

E é aqui que os “milagres” começam a acontecer. Para aquele que se propõe receber a cura é necessário uma fé inabalável, pois aparentemente nada de visível está a acontecer. Ele que estava habituado às terapias onde muitas coisas acontecem, ali ele está diante do silêncio daquele que se apresenta como um curador. E diante desse silêncio só lhe resta a fé e a afirmação inabalável de que a vontade de Deus seja plenamente realizada, mesmo que esta possa ser contrária ao seu desejo. É também aqui, tal como na situação anterior, que se abre uma porta para que aquilo que chamamos de milagres aconteça.

Quando aquele general romano chegou junto de Jesus para que este curasse o seu empregado, ele apenas contou com a sua fé. Jesus não se deslocou à sua casa nem formulou nenhum tipo de desejo no sentido de curar o seu empregado. Apenas ouviu em silêncio e nesse silêncio trouxe para a sua consciência aquele contexto. E sem emitir nenhum tipo de energia, nem aplicar nenhum tipo de técnica, e tendo como suporte e veículo de condução dessa cura a fé daquele general, a cura aconteceu de imediato, naquele mesmo instante. É aqui que todos aqueles que aspiram a se tornarem curadores têm que chegar. À partida pode parecer algo que está longe do nosso alcance, mas quem cria este distanciamento é a nossa mente, aquela que é perita em múltiplas técnicas terapêuticas, mas que nada sabe de cura. Porque na verdade o alcance em nos tornarmos isto está exactamente na entrega de todo este processo ao mais Alto, porque quem vai curar não somos nós.

E se não somos nós que vamos curar que dificuldade poderá existir para que deixemos de ser terapeutas e nos tornemos curadores? Nenhuma! Existe, no entanto, um obstáculo, e esse obstáculo é o nosso próprio ego. Porque enquanto que a terapia é remunerada, e com toda a justiça pois houve um investimento por parte do terapeuta, a cura é gratuita. Porque enquanto que a terapia é reconhecida e valorizada, a cura é silenciosa e despojada. Porque enquanto que a terapia cria legiões de pessoas dependentes, a cura liberta. E tudo isto o ego não suporta.

Assim sendo, passar da terapia para a cura implica unicamente uma escolha da nossa parte, pois nenhuma dificuldade existe para que isso aconteça. E como fazê-lo, então? Para podermos perceber o que significa exactamente fazer esta transição da terapia para a cura, vou contar uma história real vivida por um casal e que ilustra de modo preciso o que é a terapia e o que é a cura. E a situação que se apresentou a esse casal foi a de um cão que durante dois dias não parava de ladrar.

Eles moravam num prédio que ficava na encosta de um morro onde existiam muitas casas de tal forma que ficava difícil para eles e para as pessoas desse prédio perceber de onde vinha o barulho, pois o eco espalhava-se por todo o lado. Durante dois dias ninguém dormiu naquele prédio, tal era a agonia do animal. Nesse período, e por várias vezes, o elemento feminino do casal, aplicando uma das suas técnicas terapêuticas, emitia à distância energia para ajudar aquele cão.

E embora por vezes ele parasse de ladrar, logo depois tudo voltada ao mesmo ponto. O problema continuava. E assim foi por dois longos dias e duas longuíssimas noites. Ao terceiro dia, e enquanto o elemento masculino se preparava para sair com o filho para o parque, o elemento feminino chegou junto dele e, de uma forma afirmativa e bastante segura, lhe disse: “Sinto que tu podes resolver esta situação. Não sei como, mas algo em mim me dá essa certeza”.

Ele saiu para o parque confuso com tudo aquilo. Como podia ele resolver aquela situação se não sabia em que casa ficava o cão e nem tinha nas suas mãos nenhuma técnica terapêutica que pudesse aplicar. Quando chegou ao parque continuou com isto na sua mente e enquanto brincava com o seu filho, resolveu entregar todo aquele processo ao mais alto. O que ele fez, e essa foi a sua descrição do ocorrido, foi silenciar sobre o assunto.

A única coisa que lhe veio à mente foi: “Pai seja feita a tua vontade” Não emitiu nenhum outro pensamento nem enviou à distância nenhum tipo de energia. Apenas se manteve em silêncio e trouxe para a sua consciência aquele contexto. Disse-me que nesse período toda a sua atenção estava inteira no cão, sem que a sua mente formulasse nada nem emitisse o que quer que fosse. E embora continuasse a brincar com o filho, em nenhum momento deixou de ter presente esse animal. Quando chegou a casa o cão já não ladrava e não mais se fez ouvir. O que aconteceu com aquele animal ninguém soube, mas a cura daquela situação aconteceu. Este relato mostra-nos como a cura pode operar de forma simples e directa, desde que exista da nossa parte a entrega de todo o processo ao mais alto, sem nenhum tipo de interferência. Nenhum.

Trazer aquele animal para a sua consciência e manter a sua atenção de forma integral neste, permitiu abrir uma porta para que Deus actuasse e resolvesse aquela situação, porque Deus só pode actuar na nossa vida e na vida dos outros, quando a porta é aberta. Ele não a arromba. E enquanto que na terapia nós abrimos a porta e entramos para ajudar quem lá está dentro, e assim podemos estar a interferir com aquele processo, na cura nós abrimos a porta e vamos embora, deixando que seja Deus a entrar e a realizar ali a sua Vontade. É apenas isto! Que tenhamos, pois, a coragem de dar este passo, pois o planeta muito necessita de curadores conscientes e actuantes, não na afirmação da sua vontade, pois aí estaríamos no domínio da terapia, mas como espelhos reflectores de uma Vontade Maior.

Um excelente texto para que possamos todos refletir de Pedro Elias da Comunidade Espiritual

Boa Semana

Muita Paz* Amor* e Luz*

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Ervas que curam

Este tema é muito bom e tem pano para mangas como diz ditado, o meu interesse por chás vem de há muito tempo porque meu avô sempre detestou médicos convencionais e sempre se tratou com chás e isso desde pequenina que despertou a minha curiosidade e sempre tive essa informação a minha disposição mas só até ter um sonho de um Guia de Cura eu percebi realmente o quanto era importante toda a informação que havia recebido ao longo dos tempos e como ela era realmente importante. Resumindo muito sucintamente era me transmitido no sonho que todos nós temos capacidade de auto-cura mas que na natureza se encontram a nossa disposição todas as plantas necessárias há cura total de todas as doenças.

Foi ai que percebi que era uma simbiose perfeita o facto de nós queremos curar a nós próprios e de a natureza ter nela todos os componentes de ajuda a essa cura…e por isso começou meu interesse por chás, florais de bach e medicamentos homeopáticos claro que temos de ter em consideração que seja na medicina tradicional seja na medicina holistica que em ambos casos existem terapeutas ou médicos competentes para nos indicar os medicamentos no caso dos chás cada um de nós pode procurar aquilo que é melhor para sim em cada momento existe imensos chás no mercado de ervas naturais, chás ayurvédicos já combinamos enfim muitas opções eu irei falar de algumas delas aqui nest post de hoje e voltarei a abordar este tema outras vezes.

Eu pessoalmente após cada refeição tomo um chá de limpeza como eu lhe chamo que me ajuda com a digestão dos alimentos, purifica o organismo é composto por 5 ervas que escolhi para efeito, 3 por opinião de um amigo e meu terapeuta e outros 2 que eu acabei por achar necessário e digo-vos que é muito bom.

aqui em baixo estão apenas algumas e algumas das suas caracteristicas, de salientar que os banhos em plantas é muito muito útil, e ajuda muito nosso corpo a restabelecer energias, na sua purificação e desintoxição.

Alecrim

Ajuda a perdoar mágoas

Alfazema

Aumenta a autoconfiança

Anis-estrelado

Ajuda com os sentimentos e na liberação de emoções

Arnica

Promove a concentração de pensamentos

Artemísia

Estimula a ação e a manifestação das idéias

Arruda

Limpa a aura das sujeiras astrais

Babosa

Ajuda no desligamento mental

Camomila

Ajuda a cultivar a paciência e a confiança

Cânfora

Promove o desprendimento material

Capuchinha

Promove o sentimento de integridade e equilíbrio

Carqueja

Limpa o corpo das velhas emoções

Confrei

Estimula o sentimento de segurança pessoal

Dente-de-leão

Traz coragem para enfrentar os obstáculos

Erva-cidreira

Ajuda na tomada de decisões importantes da vida

Guiné

Limpa o corpo de energias negativas

Mil-folhas

Purifica o corpo de traumas e sentimentos negativos

Sabugueiro

Ajuda na tomada de rápidas decisões

Sálvia

Dá ânimo para colocar em movimento todas as energias do corpo

Tanchagem

Estimula a iniciativa

CHÁS E INFUSÕES

O chá mais antigo de todos, conhecido como chá preto, foi descoberto na China há quase 5.000 anos. Trazido para a Europa pelos Portugueses e desenvolvido pelos Ingleses, o chá preto é hoje consumido por pessoas de todo o mundo: pelo seu sabor, pelas suas propriedades preventivas ou curativas, porque ajuda a relaxar ou porque estimula o corpo e a mente, muitas razões são invocadas.De salientar que em Inglaterra consta-se que terá sido uma rainha de origem portuguesa D.Catarina a introduzir esta cultura na alta sociedade inglesa da altura e que veio a tornar-se um hábito generalizado em todo País até aos dias de hoje, os ingleses são dos maiores consumidores de chá.

Segundo as lendas chinesas, a descoberta do chá e das suas qualidades benéficas terá acontecido quando o imperador Shen Nung, por volta do ano 2737 aC, decidiu experimentar o resultado da queda acidental de uma folha de árvore em água a ferver: uma infusão refrescante e revitalizante.

A palavra chá em Português refere-se normalmente a infusão de folhas de várias plantas, como camomila ou cidreira, para além das próprias folhas da planta do chá. Temos inclusive o famoso “chá de limão”, obtido a partir da casca desse fruto (também conhecido em algumas regiões de Itália, onde dá pelo nome de “canarino”).

OS BENEFÍCIOS DO CHÁ

Vários estudos foram já realizados, e muitos outros são agora desenvolvidos, sobre os vários benefícios que cada tipo de “chá” pode trazer para a saúde. Há infusão de plantas que têm uma acção calmante, outras diurético, outras ainda digestiva. O chá contém flavonóides, que agem como antioxidantes – e vários estudos mostram que estes componentes podem ajudar a prevenir o aparecimento de várias doenças, participar na cura de outras .

A investigação científica relativa aos eventuais benefícios do chá na saúde encontra-se ainda numa fase preliminar, pelo que é difícil saber exactamente quais os benefícios que poderão advir para a sua saúde dependendo da quantidade de chá que beber, eu posso-vos dizer que fui introduzi ao seu hábito na cidade de Londres onde por motivos de saúde me vi privada de beber café temporáriamente, e claro com frio que se faz sentir na cidade ao longo de pelo menos 9 meses de cada ano fui aconselhada a ingerir chá de preferência 8 chávenas dia o que mantenho até aos dias de hoje seja quente ou frio sou uma adepta.

Recentes estudos mostraram uma associação entre o consumo de chá e uma redução do risco de doenças do coração. Por outro lado, algumas descobertas sugerem que a ingestão de chá tem um papel importante na prevenção de várias formas de cancro.

O chá contém cafeína, um estimulante activo e habitual causador de bem estar, embora a infusão de chá verde ou preto contenha menos cafeína do que o café. Note, no entanto, que se consumir elevadas doses de chá com cafeína por dia poderá ter sintomas como irritabilidade, insónia, palpitação cardíaca ou tonturas – como em tantos outros casos, é no meio que se encontra a virtude, quero salientar que nenhum dos chás que ingiro tem taína a tal cafeína do chá, e desde que tive doente em Londres que bani da minha vida o café.

Os “radicais livres” são substâncias nocivas que se formam naturalmente no corpo e no meio ambiente, por acção do sol, poluição do ar, alimentos fritos ou grelhados no carvão. Os antioxidantes ajudam a proteger o corpo dos efeitos por eles causados.

O chá é o único alimento sem contra-indicações para pessoas saudáveis ou doentes.

TIPOS DE CHÁ

O chá preto é o mais popular. É produzido a partir da planta Camellia Sinensis, através de processos naturais de secagem, fermentação e oxidação. O chá preto é totalmente fermentado (o nome de chá preto deve-se à côr castanha escura acobreada que as folhas adquirem no final do processo). O chá Oolong é parcialmente fermentado, deixando um sabor delicado. O chá verde não é fermentado, e produz um sabor límpido e aromático.

Chá Preto – uma das mais conhecidas variedades é o English Breakfast, um chá forte, habitualmente tomado com um pouco de leite hoje em dia já pode ser adquirido em ervánarias ou lojas da especialidade sem ser em saquetas.

O seu consumo regular previne a ocorrência de ataques cardíacos e enfartes. Reduz níveis de colesterol no sangue.

Chá Verde – normalmente proveniente dos países asiáticos. Uma das variedades mais conhecida é o China Green Pekoe, que tem um sabor forte, fresco e ligeiramente adocicado; deve ser bebido simples, a qualquer hora do dia. Menos forte, o Japan Bancha é muito aromático, e de sabor doce e frutado. Pode ser bebido às refeições ou como refresco. O chá Gorreana (do tipo Orange Pekoe), produzido nos Açores, para além de muito saboroso é ainda um dos mais ricos em antioxidantes. A Gorreana tem a particularidade de possuir a única fábrica de chá da Europa.

É importante na prevenção do câncro, em casos de colesterol alto, cáries e gengivites (fluoreto). Protege contra um grande número de infecções fúngicas, bacterianas e virais (como as vulgares constipações). É bom para o trato digestivo e circulação sanguínea, torna mais lúcido o raciocínio. Pode interromper a diarreia. Previne a formação de pedras na vesícula e nos rins. Normaliza a função da tiróide. Facilita a regeneração da pele. Melhora a respiração dos asmáticos (por acção da teofilina).

Por outro lado, deverá limitar a ingestão de chá verde se tiver problemas de estômago, complicações cardiovasculares, tendência a cólicas ou ataques de ansiedade.

Chá Oolong – proveniente da China e Taiwan; o mais conhecido é o China Oolong (também conhecido como “China Ti Kwan Yin”, ou “Chá da Deusa de Ferro da Misericórdia”): este é um chá muito especial, de sabor suave e aromático, que se deve beber simples, sem qualquer adição de leite ou açucar.

O Chá Oolong é muitas vezes considerado um “meio-termo” entre os chás preto e verde.

Chá Branco (Sri Lanka) – este chá, bastante raro, deve ser bebido simples, após as refeições, como digestivo, ou como um leve chá da tarde.

Chás aromatizados – são feitos através da adição de sabores ao chá preto, verde ou Oolong. O mais famoso é o Earl Grey, conseguido através da adição de bergamota ao chá preto. O English Breakfast é também bastante conhecido, e o Lapsang Souchong tem-se tornado também bastante popular.

TISANAS E INFUSÕES

As tisanas e as infusões são os métodos mais usuais de preparar “chás de ervas”. Para além de saborosos, estes preparados podem contribuir para melhorar a nossa saúde.

Na tisana, as ervas são colocadas numa chaleira ou panela com água a ferver; depois de tapar, deixa-se ferver durante mais 5 minutos; depois de retirar do fogo, deve deixar-se repousar durante alguns minutos. A infusão é preparada deitando água a ferver sobre as ervas contidas num recipiente, e deixando repousar durante cerca de 15 minutos.

Em seguida apontam-se vários dos benefícios mais conhecidos atribuídos a alguns tipos de “chá de ervas”.

Açafrão – Alívio de dores menstruais.

Alcachofra – Digestivo. Fígado, vesícula biliar.

Alecrim – Alivia dores de cabeça. Anti-fadiga. Estimulante, excelente para recuperação de fadiga. Tome em caso de sinusite, bronquite, constipação, asma, anemia. Digestivo.

Alfazema/Lavanda – Relaxante. Analgésico. Anti-depressivo.Estimulante, anti-espasmódico, tónico e anti-séptico. Tome em caso de febre.

Barbas de milho – Diurético, vias urinárias. Calmante.

Beladona – Alívio de dores menstruais.

Bergamota – Constipações. Auxilia digestão. Tome no caso de pele oleosa.

Bolsa de pastor – Combate a tensão baixa. Tome em caso de hemorragias uterinas, diarreias.

Camomila – Calmante, relaxante. Alivia dores de cabeça. Combate ansiedade e depressão. Dores musculares. Acidez no estômago. Vista cansada. Desintoxica o fígado. Regula os intestinos. Alivia cólicas intestinais nas crianças. É tónico e estimulante. Tome no caso de urticária.

Cardo Mariano – Digestivo. Cirroses. Fígado, vesícula biliar. Combate a febre. É diurético e sudorífero.

Carqueja – Indicado para dores de estômago, digestão difícil, problemas no fígado e rins, diabetes. Possui efeitos diuréticos e depurativos. Desintoxicante. Melhora a capacidade física e de raciocínio. Revigorante das funções genitais.

Cavalinha – Diurético, vias urinárias, remineralizante, repôe o cálcio.Úlceras gástricas. Próstata.

Cidreira / Erva Cidreira / Melissa – Relaxante, calmante. Digestivo. Alivia dores de cabeça. Anti-depressivo. Febres, gripes, constipações. Auxilia o processo de nascimento. É sedativo, combate gases intestinais, tosse, perturbações urinárias, histerismo, debilidade geral. Ajuda a combater a insónia e as crises nervosas. Acalma o estômago. Antiespasmódica.

Crataegus / Espinheiro Branco – Combate a hipertensão arterial, problemas cardíacos, taquicardia, palpitações. Calmante. Tome em caso de insónias, vertigens.

Dente de leão – Digestivo. Fígado, vesícula biliar. Antiasmático.

Eucalipto – Vias respiratórias, anti-séptico.

Erva-Doce – Suave calmante, digestivo, elimina os gases intestinais e o mau hálito, alivia cólicas intestinais nas crianças.

Flor-de-laranjeira – Calmante.

Flor-de-Sabugueiro Febres, constipações, dores osteo-musculo-articulares,resulta muito bem com as crianças ainda quando estão a ficar engripadas um chá antes de deitar experiência própria.

Freixo – Vias urinárias, drenante. Combate a gota e o reumático.

Funcho – Digestivo. Gastrites, úlceras, cólicas intestinais. Alivia cólicas intestinais nas crianças.

Gengibre – Constipações. Dores musculares. Dores de cabeça. Febre. Anti-fadiga. Problemas gastro-intestinais.

Ginkgo Biloba – Microcirculação cerebral, zumbidos, memória. Anti-depressivo.

Ginseng – Energizante, afrodisíaco. Anti-fadiga. Melhora o sistema imunitário. Tome em caso de insónias. Alivia efeitos da menopausa.

Jasmim – Digestivo. Relaxante. Anti-depressivo. Tome no caso de pele seca.

Limão – Antioxidante. Calmante. Combate a acidez orgânica.

Malva – Alívio de dores menstruais.

Manjerona – Calmante. Propicia bem-estar. Tom em caso de azia, falta de apetite.

Menta / Hortelã-Pimenta – Alivia a tensão física, acalma os nervos e as dores de cabeça. Energizante. Excelente para a digestão. Congestões. Acidez no estômago. Soluços. Ressaca. Tosse.

Pau d’arco – Anti-cancerígeno, anti-anémico, anti-fadiga, melhora a qualidade do sangue.

Perpétuas roxas – Anti-inflamatório. Dores de garganta, rouquidão, laringites, bronquites.

Pés de cereja – Drenante, vias urinárias.

Pinheiro – Problemas nas vias respiratórias. Anti-séptico.

Rosa canina – Calmante para o corpo e para a mente. Alivia dores de garganta e constipações. Reduz o stress e melhora o sono. Contém bioflavonóides. Rico em vitamina C.

Rosmaninho – Alivia a dor de cabeça. Desintoxicação alcoólica do fígado e do sangue. Anti-séptico. Combate a asma, bronquites.

Sabal Serrulate – Próstata.

Salgueiro – Febres, dores musculares, constipações. Alívio de dores menstruais.

Salsa – Antioxidante. Tomar em situações de anemia. Dores menstruais. Artrite.

Salva – Alivia dores de cabeça. Dores e inflamações na garganta. Afecções da boca.

Tília – Calmante, melhora a qualidade do sono. Utiliza-se para perturbações nervosas e dores de cabeça. Diurética. Antiespasmódica. Sudorífera. Torna o sangue mais fluído.

Tomilho – Anti-fadiga. Anti-asmático. Constipações. Problemas vias respiratórias. Alívio de dores menstruais.

Urtiga – Digestivo. Ressaca. Drenante. Anti-cancerígena. Combate hemorróidas.

Valeriana – Combate ansiedade, stress. Regula o sono. Alívio de dores menstruais.

Verbena – Digestivo. Ajuda no combate a diabetes.

Estas infusões podem contribuir para melhorar a sua saúde e bem-estar. No entanto, em caso de sintomas de doença não hesite em contactar o seu médico.

GLOSSÁRIO

Analgésico – atenua a dor.

Anti-séptico – que combate ou previne as infecções.

Antioxidante (v.g. flavonóides) – compostos que abrandam a deterioração natural das células devido à oxidação; podendo assim ajudar a prevenir o aparecimento de várias doenças. São reconhecidos os benefícios antioxidantes que o chá possui, tais como os existentes em frutos e vegetais, nomeadamente no sumo da ameixa, da uva, da maçã, no alho e na cebola, e ainda na laranja, limão, acerola, cenoura, kiwi, cereais integrais e suplementos como o óleo de gérmen de trigo.

Diurético / drenante – que activa ou facilita a função urinária.

Sudorífero – que provoca sudação (produz suor).

Um último conselho prefiram as ervas naturais para fazer vossos chás por 2 motivos é muito mais saudável, é a própria planta que vos fornece a sua energia e ajuda directa porque em saquetas embora seja muito bom alguns dos chás mesmo sendo de plantas naturais são sujeitos a muitos mais processos até que chegue a nós.

Espero ter ajudado e que bebam muito chá , falem com as Vossas Avôs eles de certeza que tem muito que Vos ensinar sobre assunto.

Muita Paz Amor e Luz

Ana

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O filme What the bleep do we know, que chegou até mim através da casa Índigo com o nome de Quem somos nós?, após um enorme sucesso boca-a-boca pelo mundo afora. Esse é um daqueles filmes que não é para ser visto entre um compromisso e outro, ou com amigos e familiares a conversar consigo porque ele exige concentração e silêncio, exige atenção integral, e assim mesmo no fim vai querer repetir para ver se alguma coisa lhe escapou e entender melhor outras partes.

Abaixo colocarei alguns excertos do filme, para que vocês possam ter uma idéia do potencial revolucionário que ele traz para a nossa forma de encarar o mundo: Quanto mais se estuda a física quântica, mais misteriosa e fantástica ela se torna. A física quântica, falando de uma maneira bem simples, é uma física de possibilidades. São questões pertinentes de como o mundo se sente em relação a nós.

Se existe uma diferença entre o modo do mundo nos sentir e como ele realmente é. Já parou para pensar do que os pensamentos são feitos? Todas as épocas e gerações têm suas próprias suposições: O mundo é plano, o mundo é redondo, etc. Existem centenas de suposições que acreditamos ser verdadeiras, mas que podem ou não ser verdadeiras. Claro que historicamente, na maioria dos casos não eram verdadeiras.

Se tomarmos a história como guia, podemos presumir que muitas coisas em que acreditamos sobre o mundo podem ser falsas. Estamos presos à certos preceitos sem saber disso. São crenças que estão no nossos genes, que adquirimos com familia, amigos na escola enfim que ao longo de todas as nossas vidas e que estão registadas em nós. É um paradoxo O materialismo moderno tira das pessoas a necessidade de se sentirem responsáveis, assim como a religião! Mas eu acho que se você levar a mecânica quântica a sério, verá que ela coloca a responsabilidade nas nossas mãos e não dá respostas claras e reconfortantes. Ela só diz que o mundo é muito grande e cheio de mistérios.

O mecanismo não é a resposta, mas não vou dizer qual é, pois vocês têm idade suficiente para tomarem suas decisões.Por que continuamos recriando a mesma realidade? A realidade das nossas vidas é e será aquilo que desejarmos.

Por que continuamos tendo os mesmos relacionamentos?

Porque não aprendemos que o Amor que está fora e tanto ansiamos é muito menor e menos puro que o que está dentro de nós, são ambos importantes mas o que está dentro esse será sempre real.

Por que continuamos tendo os mesmos empregos repetidamente? E insatisfeitos, infelizes e doentes…siga seu coração.

Nesse mar infinito de possibilidades que existem à nossa volta, por que continuamos recriando as mesmas realidades? Por medo do desconhecido, daquilo que não vimos, não sentimos, vemos e ouvimos, a vida é muito mais do que aquilo que vive aqui e agora ela é e será tudo aquilo que deseja.

O Universo conspira sempre a seu favor. Não é incrível existirem opções e potenciais que desconhecemos? Sim é mas estão a disposição de todos nós exigem esforço e dedicação. É possível estarmos tão condicionados à nossa rotina, tão condicionados à forma como criamos as nossas vidas, que compramos a idéia de que não temos controle algum? Pois é …é pura mentira quem controla a nossa vida somos nós, bom ou mau aquilo que vivenciamos e sentimos atraimos até nós. Fomos condicionados a crer que o mundo externo é mais real que o interno pura mentira aquilo que está dentro reflecte o que está fora e vice versa se nos deixarmos dominar pelos outros, pelos medos, pelas crenças.

Na ciência moderna é justamente o contrário. Ela diz que o que acontece dentro de nós é que vai criar o que acontece fora. Existe uma realidade física que é absolutamente sólida, mas só começa a existir quando colide com outro pedaço de realidade física. Esse outro pedaço pode ser a gente, claro que somos parte desse momento, mas não precisa necessariamente ser. Pode ser uma pedra que venha voando e interaja com toda a confusão em que vivemos, provocando um estado particular de existência. Filósofos no passado diziam: “Se eu chutar uma pedra e machucar meu dedo, é real. Estou sentindo, é vívido.”

Quer dizer que é a realidade. Mas não passa de uma experiência, e é a percepção dessa pessoa do que é real. Aquilo que nos experenciamos em cada situação e aquilo que sentimos é que dá ou não enfoque a esse momento. Experimentos científicos nos mostram que se conectarmos o cérebro de um pessoa a computadores e scanners e pedirmos para olharem para determinados objetos, podemos ver que certas partes do cérebro sendo ativadas.

Se pedirmos para fecharem os olhos e imaginarem o mesmo objeto, as mesmas áreas do cérebro se ativarão, como se estivessem vendo os objetos. Então os cientistas se perguntam: quem vê os objetos, o cérebro ou os olhos? O que é a realidade? É o que vemos com nosso cérebro? Ou é o que vemos com nossos olhos? A verdade é que o cérebro não sabe a diferença entre o que vê no ambiente e o que se lembra, pois os mesmos neurônios são ativados, daí a importância da sua capacidade de visualização criativa. Imagine, sonhe e essa será a sua realidade pode demorar m dia, uma semana, um mês, um ano mas valerá a pena. Então devemos nos questionar, o que é realidade? Somos bombardeados por grandes quantidades de informação que, quando entram no seu corpo, são processadas pelos seus órgãos sensoriais, e a cada passo partes da informação vão sendo descartadas. O que finalmente chega na consciência é o que serve mais a cada pessoa.

O cérebro processa 400 bilhões de bits de informação por segundo, mas só tomamos conhecimento de 2.000 bits. E esses 2.000 bits são sobre o que está ao nosso redor, nosso corpo e o tempo. Vivemos em um mundo onde só enxergamos a ponta do iceberg. Isso significa que a realidade está acontecendo a todo momento no cérebro, mas nós não a absorvemos. Os olhos são como lentes, mas o que realmente estamos a ver é a parte de trás do cérebro. É o córtex visual, igual a essa câmera.Você sabia que o cérebro imprime o que ele vê? Por exemplo: essa câmera de vídeo está vendo muito mais ao meu redor do que o que está aqui, porque ela não faz objeções ou julgamentos. O filme que está passando no cérebro é do que temos habilidade para ver.

É possível que nosso olhos, nossa câmera, enxergue mais do que o nosso cérebro tenha a habilidade de conscientemente projetar? Da forma que nosso cérebro funciona, só conseguimos ver o que acreditamos ser possível de visualizar…imagina que acredita que vê auras com o tempo isso poderá acontecer quer esteja de olhos abertos ou fechados. Os padrões de associação já existem dentro de nós através de um condicionamento que trazemos assim que encarnamos neste mundo e de vidas passadas quer acredite nisto ou não.

Uma história incrível, que acredito ser verdadeira, conta que quando os índios americanos nas actuais ilhas das caribias viram as naus de Colombo a aproximarem-se, na verdade eles não conseguiam ver nada, pois não eram parecidas com nada que tivessem visto antes e portanto não terão sido registado pelo cerebro. Quando Colombo chegou no Caribe, nenhum nativo conseguia enxergar os navios, mesmo estando eles no horizonte. A razão de não verem os navios era porque não tinham conhecimento. Seus cérebros não tinham experienciado o facto de existiam navios e que andavam sobre o mar. O shamã começa a notar ondulações no Oceano, porque eles tem um boa percepção do que ocorre na natureza. Mesmo não vendo os navios, imagina o que está causando aquilo. Então ele começa a olhar todos os dias e depois de um certo tempo, ele consegue ver os navios. E quando ele enxerga os navios, conta para todos que existem navios lá. Como todos confiavam e acreditavam nele, porque na altura era o “orgão máximo” por assim dizer, também eles ao cheguerem lá conseguiram ver.

Nós criamos a realidade, mas criamos máquinas que produzem realidade que afetam a realidade o tempo todo. Sempre perseguimos algo refletido no espelho da memória. Se estamos ou não vivendo em um grande mundo virtual, é uma pergunta sem uma boa resposta, é um grande problema filosófico. E temos que lidar com ele conforme o que a ciência diz do nosso mundo. Como somos sempre observadores na ciência, ficamos limitados ao que o cérebro humano capta. É a única forma de vermos e percebermos as coisas que fazemos. Então é possível que isso tudo seja uma grande ilusão da qual não conseguimos sair para ver a verdadeira realidade.Seu cérebro não sabe distinguir o que está acontecendo lá fora do que acontece aqui dentro.

Não existe o “lá fora” independente do que está acontecendo aqui dentro, mas se nos capacitarmos daquilo que são nossas emoções como nos sentimos e vivemos podemos mudar tudo. Inicialmente vamos falar do mundo sub-atômico, e depois do que nos falam ser a realidade. A primeira coisa é que o mundo sub-atômico é uma fantasia criada por físicos “loucos” que tentam entender o que diabos acontece quando fazem pequenas experiências com grandes energias em pequenos espaços e em curtos espaços de tempo. As coisas ficam bem inexplicáveis.

A física sub-atômica foi inventada para tentar desvendar tudo isso…será. A nova ciência – chamada física quântica – é sujeita a todo tipo de hipóteses, pensamentos, sentimentos, intuições, para se descobrir o que diabos está acontecendo connosco aqui e agora. A matéria não é o que pensávamos ser Os cientistas viam a matéria como algo estático e previsível. As partículas ocupam um espaço insignificante nas moléculas e átomos. São partículas fundamentais. O resto é o vácuo. Parece que essas partículas aparecem e desaparecem o tempo todo.

Para onde vão quando não estão aqui? Essa pergunta é complicada. Vou dar duas respostas: Nº 1: Vão para universos alternativos, onde as pessoas fazem a mesma pergunta quando elas somem e vêm pra cá: “Para onde elas foram?” A outra envolve o grande mistério da direção do tempo. De uma certa forma, as ossas leis fundamentais da física não fazem distinção entre passado e futuro. Temos um quebra-cabeça do ponto de vista das leis da física. Por que nós somos capazes de lembrar do passado, e não temos o mesmo acesso epistemológico ao futuro?

Por que devemos pensar que nossas ações no presente afetam o futuro mas não o passado? O fato de termos um diferente acesso epistemológico para o passado e futuro, o controle que nossas ações têm sobre o futuro mas não sobre o passado, tudo isso é tão fundamental para o modo como sentimos o mundo, que não termos curiosidade sobre isso é quase o mesmo que estarmos mortos! Na verdade a maior parte do universo está vazia. Gostamos de imaginar o espaço vazio e a matéria sólida, mas, na verdade, não tem nada na matéria, ela não possui substância!

Veja um átomo. Pensamos que é uma bola sólida. Mas na verdade é esse pontinho pequeno com matéria densa no centro, cercado por uma nuvem de elétrons que aparecem e desaparecem. Mas acontece que tal descrição também não está correta. Até o núcleo, que pensávamos ser tão denso, aparece e desaparece assim como os elétrons. A coisa mais sólida que pode existir nessa matéria desprovida de substância é um pensamento, um bit de informação concentrada. O que faz as coisas são idéias, conceitos e informação. Você nunca toca em nada.

Os eléctron criam uma carga que afasta os outros eléctron antes do toque. Ninguém toca em nada Cabe aqui um parêntese para que o leitor entenda melhor os pilares da física quântica. Por isso, reproduzo parte do livro Percepção e Consciência: “Os elementos atómicos, a luz e outras formas electromagnéticas têm um comportamento dual – ora se comportam como se fossem constituídos por partículas, ora agem como se fossem ondas que se expandem em todas as direcções. E, ainda mais estranho, a natureza do comportamento observado era estabelecida pela expectativa expressa no experimento a que estavam sujeitos: onde se esperava encontrar partículas, lá estavam elas, da mesma forma como ocorria onde se esperava encontrar a onda. Era como se o esperado se reflectisse na experiência. Como se poderia conciliar o fato de que uma coisa podia ser duas ao mesmo tempo, e como manter a objectividade se o tipo de experimento, e consequentemente a expectativa do esperado, pareciam determinar um ou outro comportamento experimental? A solução foi dada por Niels Bohr ao elaborar o princípio da complementaridade. Ele estabelece que, embora mutuamente concludentes num dado instante, os dois comportamentos são igualmente necessários para a compreensão e a descrição dos fenómenos atómicos. O paradoxo é necessário. Ele aceita a discrepância lógica entre os dois aspectos extremos, mas igualmente complemetares para uma descrição exaustiva de um fenómeno. No domínio do quantum não se pode ter uma objectividade completa… Assim, mais um pilar newtoniano-cartesiano, o mais básico, talvez: não se pode mais crer num universo determinístico, mecânico, no sentido clássico do termo.

A nível subatômico não podemos afirmar que exista matéria em lugares definidos do espaço, mas que existem ‘tendências a existir’, e os eventos têm ‘tendências a ocorrer’. É este o Princípio da Incerteza de Heisenberg.” Uma partícula, que pensamos ser algo sólido, existe no que chamamos de superposição, espalhando uma onda de possíveis localizações, todas ao mesmo tempo. E quando você olha, ela passa a estar em apenas uma das possíveis posições. O mundo tem várias formas de realidade em potencial, até você escolher a que quer.

Pode-se estar em muitos lugares ao mesmo tempo, experimentando várias ossibilidades, até elas convergirem para apenas uma. Como um objeto pode ter dois estados ao mesmo tempo?Em vez de pensarmos nas coisas como possibilidades, temos o hábito de pensar que as coisas que nos cercam já são objetos que existem sem a minha ontribuição, sem a minha escolha. Nós precisamos de banir essa forma de pensar; temos que reconhecer que até o mundo material que nos cerca – as cadeiras, as mesas, as salas, os tapetes – não são nada além de possíveis movimentos da consciência e energia.

E eu estou escolhendo momentos nesses movimentos para manifestar minha experiência atual. É algo radical que precisamos compreender, mas é muito difícil, pois achamos que o mundo já existe independente da minha experiência. Mas não é assim, e a física quântica é bem clara. O próprio Eisenberg, depois da descoberta da física quântica, disse que os átomos não são objetos, são tendências. Em vez de pensar em objetos, você deve pensar em possibilidades.Tudo é possibilidade subconscientemente! Agora você pode ver em inúmeros laboratórios pelos EUA objetcos que são suficientemente grandes para serem vistos a olho nu, e que estão em dois lugares simultaneamente. Pode-se até tirar uma foto disto.

Suponho que se você mostrasse essa foto, as pessoas diriam “Ok, posso ver essa luz colorida, um pouco ali, um pouco aqui… é a foto de dois pontinhos, o que tem demais? Estou vendo duas coisas.” Não! É uma coisa só, em dois lugares ao mesmo tempo! Acho que as pessoas não se impressionariam, pois acho que elas não iriam acreditar sequer nessa possibilidade. Não que digam que sou mentirosa, ou que os cientistas estão confusos. Acho que tão misterioso que não dá para compreender o quão fantástico é e pode ser se nos capacitarmos disso. Todos viram Jornada nas Estrelas e o tele-transporte, então se perguntam “Mas e daí, o que isso quer dizer?” Mas temos que parar e pensar no que isso realmente significa.

É o mesmo objeto e ele está em dois lugares ao mesmo tempo! Em quantas dimensões estamos nós mesmos, em quantas podemos estar? As pessoas trabalham, se aborrecem, almoçam, vão para casa e vivem a vida como se nada de especial estivesse acontecendo, porque foi assim que se habituaram a viver, que viram seus Pais fazer, seus Avós e não conseguem ver que a vida é mágica e muito mais que isso tudo que esta a nosa frente.

A física quântica calcula apenas possibilidades. Mas se aceitarmos isso, a questão passa a ser: que escolha temos que fazer dentre as possibilidades para iniciarmos o evento da experiência? Então vemos concretamente que a consciência tem que estar envolvida. Imagine que tem uma decisão a tomar se se sentar um pouco respirar fundo e pensar nas hipoteses que tem em consciência não irá receber uma resposta de qual o caminho que deve seguir mas as suas emoções e aquilo que sentir quando visualiza a si mesma a fazer isso essa emoção que ira receber é que lhe vai dizer qual o caminho que deve seguir pode ser bom ou mau mas é necessa´rio a sua evolução.

O observador não pode ser ignorado Sabemos o que um observador faz no ponto de vista da física quântica, mas não sabemos quem e o que o observador é na verdade.Temos tentado encontrar uma resposta. Entramos na mente, usando todos os recursos que temos para acharmos algo que possa ser o observador. Mas não achamos nada no cérebro. Nada na região do córtex. Nada no subcórtex. Não identificamos um observador lá. Mas mesmo assim temos a sensação de sermos tais observadores, observando o mundo lá fora.Seria esse o observador? Nós somos observadores internos e externos.

E por que é tão complicado entender esse mundo louco e estranho de partículas quânticas e o modo como reagem? Esse seria então o observador? Para mim o observador é o espírito ou o Eu Superior que é nada mais nada menos que a minha metade mais consciencte, pura e equilibrada É a consciência que está dirigindo meu corpo fisico. Washington D.C. Chamada de “a capital do mundo em assassinatos, morte e/ou crimes”, essa cidade recebeu um grande experimento no verão de 1993. Quatro mil voluntários vieram de 100 países para uma meditação coletiva durante longos períodos do dia. Segundo o FBI, isso faria com que os crimes violentos caíssem em 25% naquele verão em Washington.

O chefe de polícia foi à televisão dizer que o crime só diminuiria em 25% se “nevasse no verão”. No final a polícia se tornou colaboradora e autora desse estudo, pois o resultado foi uma queda de 25% nos crimes em Washington. Isto poderia ser previsto com base em 48 estudos anteriores que já haviam sido feitos em menor escala. É algo que nos leva a imaginar que as pessoas estão afectando e muito a realidade que vemos e vivemos. Muitas pessoas não afectam a realidade de forma consistente porque não acreditam que possam. Elas escrevem uma intenção e depois a apagam, pois acham que é tolice. “Não consigo fazer isso” –isto meus amigos não somos nós é EGO.

Escrevem de novo e apagam. Isso tem um efeito muito pequeno, pois elas não acreditam que possam fazer isso.- MAS PODEM Se você acreditar com todo seu ser que pode andar sobre a água, isso acontecerá. Se você acreditar no que quer que seja que possa fazer todo Universo conspira sempre a seu fazer e portanto será uma realidade. É como pensamento positivo, que é um conceito maravilhoso.

Mas geralmente temos uma névoa de pensamento positivo, cobrindo uma enorme massa de pensamento negativo….o que fazer é insistir e insistir ate que esta totalmente coberto e não seja mais uma nuvem. Pensar positivo apenas disfarça o nosso pensamento negativo. Quando pensamos em objetos, tornamos a realidade mais completa do que realmente ela é. É aí que você ficamos presos. Ficamos presos na uniformidade da realidade, pois se ela é completa eu sou insignificante, não posso alterá-la. Mas, se a realidade é minha possibilidade – possibilidade da própria consciência – imediatamente perguntamos como podemos alterá-la, torná-la melhor, mais alegre. É uma extensão da nossa imagem. Nos pensamentos antigos, não podíamos mudar nada, pois não tínhamos papel na realidade.

Ela já estava lá, feita de objetos que se moviam de acordo com leis. A matemática determinava como reagiriam em determinada situação. Nós não tínhamos papel algum. Na nova visão a matemática nos mostra as possibilidades das reações que os objetos podem ter, mas não nos dá a experiência real que teremos na consciência. Eu que escolho tal experiência: Dessa forma eu crio minha própria realidade. Pode parecer uma afirmação bombástica de alguém sem nenhum conhecimento de física, mas a física quântica está nos dizendo isto.

Existem literalmente diferentes mundos onde vivemos. Há o mundo microscópico que vemos, o mundo das nossas células, o mundo dos nossos átomos…

Eles possuem sua própria linguagem, sua própria matemática. E não são apenas pequenos como muitos de nós imaginamos. Cada um é totalmente diferente, mas se complementam, pois eu sou meus átomos, mas também sou minhas células. A minha fisiologia microscópica é verdadeira, só que em diferentes níveis.

O nível de verdade mais profundo, descoberto pela ciência e filosofia, é a verdade fundamental da unidade. SOMOS TODOS UM

No nível sub nuclear mais profundo da nossa realidade, você e eu somos um só.

Pensem bem nisto..bom fim de semana

Muita Paz Luz e Amor

Que SDL tragam toda a sabedoria necessária a sua evolução

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Uma Visita Breve!

Olá a Todos! Minhas Amigas e Meus Amigos, 

Venho aqui deixar-vos um recado: 

O meu desejo era poder estar aqui convosco agora, mas neste momento não é possível. Eu estou numa fase de mudanças e há alturas da nossa vida em que temos de voltar toda a atenção para nós mesmos.

Muitas mudanças têm ocorrido na minha vida pessoal e profissional ultimamente e tenho muito trabalho entre mãos, tem sido um corre-corre, mas é assim, “quem corre por gosto não cansa!”, tem sido maravilhoso e construtivo sem dúvida, por esta razão, vou continuar ausente por mais algum tempo uma vez que vou ausentar-me do país também.

Em breve estarei de volta! 

Desejo que todos encontrem o vosso caminho e que sigam o vosso coração com amor e alegria! 

Mil Beijos e Até Breve!

Muito Amor, Paz e Luz! 

Ana

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