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Archive for Julho, 2009

Pensamento

O nascimento não é mais do que um sono

e um esquecimento;

A Alma que nasce connosco, a estrela da nossa vida,

Teve o seu ocaso noutro lugar,

E vem de longe,

Não é puro esquecimento

Nem em extrema nudez,

Mas arrastando nuvens de glória viemos

De Deus que é a nossa Casa.

O Ceú estende-se à nossa volta na nossa infância!

William Wordsworth

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Ela conhece alguém legal. Percebe afinidades e um clima gostoso quando estão juntos. Eles saem diversas vezes, se falam todos os dias, tudo parece caminhar para um relacionamento mais firme. E então tudo esfria tão rápido que não dá tempo nem de se dar conta. Ele simplesmente some.

Ela se pergunta: “Por que isso sempre acontece na minha vida? O que há de errado comigo? As pessoas dizem que sou bonita, legal, e não entendem como não estou me relacionando com alguém. E eu também não.” Essa é uma situação bastante comum nos atendimentos que realizo. Normalmente são mulheres aparentemente bem resolvidas, independentes, bem cuidadas, mas com uma interrogação no fundo do seu olhar: qual o meu problema? Muito frequentemente, as mulheres que trazem essa pergunta são do estilo “muito legal e simpática”. Não conseguimos enxergar defeito nelas, de tão legais que são. Elas ouvem frases como: “você é perfeita”, “você é a pessoa que eu quero ficar junto”, “você é mulher para casar”. Mas muitas vezes essas mulheres aparentemente perfeitas no nível físico trazem muitos desequilíbrios em padrões emocionais e mentais. Somos todos seres constituídos não só de matéria física, mas de energia sutil. Pensamentos, crenças e emoções, conscientes ou inconscientes também formam nossos corpos energéticos, que não são visíveis ou tão perceptíveis como nosso corpo físico.

Portanto, nossas interações com o meio e com outras pessoas não se dão apenas de modo físico, mas também energético. O pretendente pode não enxergar os desequilíbrios na mulher que julga perfeita. Mas pode, mesmo que inconscientemente, senti-los.”O pretendente pode não enxergar os desequilíbrios na mulher que julga perfeita. Mas pode, mesmo que inconscientemente, senti-los.” Bem provavelmente ele vai pensar “ela é tão legal, bonita, bem resolvida… gostaria de ficar com ela, mas parece que falta alguma coisa, algo não está batendo…”. Ele não consegue explicar a razão de não ter mais vontade de estar com ela, pois racionalmente não há motivos. Se você se enquadra no estilo “boazinha e legal” pode também estar mascarando uma tentativa consciente ou inconsciente de controlar o outro.

Um jogo em que, de alguma maneira muito sutil, tenta obrigar o outro a fazer aquilo que você quer que ele faça. Quer que ele ame você e se comprometa, que diga e faça aquilo que você espera, que ele atenda as suas carências e todas as suas expectativas altíssimas. Às vezes, cria-se um jogo em que ele sente-se quase obrigado a atender às suas expectativas, afinal você é tão legal e fofa que merece ser agradada. E esse jogo escraviza e cansa a outra pessoa, que se sente aprisionada. Energeticamente, seria como se sua energia estivesse abraçando a dele como um polvo, imobilizando-o e controlando-o. Mais uma vez, esse “ataque” pode não ser visível, mas pode ser sentido, de forma consciente ou inconsciente.

A “boazinha” pode também carregar em seus corpos mental e emocional traumas e crenças negativas a respeito de relacionamentos, que procura esconder e abafar dentro de si. Apesar de aparentemente muito simpática, suas energias desarmônicas podem ser captadas pelo outro, que mesmo sem entender porque, vai se desinteressando. Se você se envolve frequentemente com parceiros que somem sem explicação, saiba que essa situação sinaliza algo dentro de você.”Se você se envolve frequentemente com parceiros que somem sem explicação, saiba que essa situação sinaliza algo dentro de você.” Busque através da meditação, ou se sentir necessidade, com ajuda profissional terapeutica, essas questões a serem trabalhadas em você.

Durante esse processo pode ser vantajoso ficar sozinha durante um tempo. Não se preocupe se os pretendentes pararem de aparecer, e respeite seu tempo de cura. Quando estiver harmonizada, seu próprio campo energético vibrará de outra maneira, e se encarregará de fazer fluir interações e relacionamentos mais saudáveis.

O AUTOR

Ceci Akamatsu

Se este eventualmente for seu caso, isto ocorre em ciclos ou periodos de tempo podendo variar um pouco mas se este for seu caso saiba que existe uma solução para isso e que você hoje tem capacidade de curar isso na sua vida e muito mais. Basta despertar …

Muita Paz* Amor* e Luz*

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O Karma

Apenas nós — e mais ninguém — determinamos se sofreremos ou se seremos felizes. A escolha entre beber veneno ou tomar remédio está em nossas próprias mãos. O remédio pode ter um gosto amargo no momento; o veneno pode até mesmo ter um sabor doce. Mas a longo prazo, o veneno apenas conduzirá ao sofrimento e o remédio a um benefício maior. Quando as pessoas sofrem, elas muitas vezes se perguntam, “O que eu fiz para merecer isto? Sou basicamente uma pessoa boa, mas as coisas continuando saindo erradas. Por quê?” Isto é porque o karma que criamos durante muitas vidas está amadurecendo agora. Quando plantamos as sementes de karma bom através de ações virtuosas, encontramos experiências afortunadas, e quando plantamos as sementes de karma ruim, encontramos experiências muito difíceis, cheias de sofrimento.

Apesar de o karma trabalhar deste modo, tendemos a culpar alguém ou algo — ao invés de nós — mesmos quando as coisas saem erradas. Podemos culpar a poluição do ar ou da água, por exemplo, por uma doença. Podemos atribuir um problema mental ou emocional a algo que nossos pais fizeram a nós quando éramos crianças. É verdade que nossa experiência é influenciada por condições externas, mas fundamentalmente é o nosso karma que produziu essas condições. Por exemplo, nem todos os milhões de pessoas que vivem em uma cidade grande com ar poluído ficam doentes. De modo similar, nem todo ser que vive no alto das montanhas — onde o ar e a água são puros — é saudável. Tanto a base da saúde quanto da doença é o karma.

Não sabemos qual aspecto de nosso karma prevalecerá ou qual experiência nos espera na hora de nossa morte. Mas podemos desenvolver algum insight nisto observando nossa mente desde manhã até a noite. Que tipo de pensamentos surge? Quantas horas passamos contemplando coisas virtuosas e criando virtude com nosso corpo, fala e mente? Quantas horas passamos nos engajando em pensamentos nocivos e negatividade? Quantas horas passamos nos entregando a pensamentos inúteis?

A maioria de nós teria dificuldades para encontrar uma única hora na qual nossos pensamentos e intenções fossem completamente puros. E mesmo se o fizéssemos, isso não seria o bastante. Em um cabo de guerra com uma pessoa de um lado e vinte e três do outro, quem ganhará? Uma hora de virtude é sobrepujada duramente por vinte e três horas de negatividade. Se nossas mentes não estiverem inclinadas para a virtude, não podemos assumir que atingiremos um renascimento superior, um reino celestial ou divino, ou nem mesmo um renascimento humano após esta vida.

Apesar de estarmos sujeitos à lei do karma, podemos mudar nossa experiência purificando as ações passadas através de métodos espirituais. A oportunidade para seguir o caminho espiritual é agora, no bardo desta vida.

Começamos nossa jornada no caminho buddhista tomando refúgio. Como o Buddha Shakyamuni realizou completamente o caminho, indo além do samsara e do nirvana, podemos confiar nele como um guia. O Buddha sustentou um compromisso de não ferir os outros, de parar todas as ações negativas do corpo, toda fala prejudicial e todos os pensamentos negativos e nocivos. Seguindo seu exemplo, nós também fazemos este compromisso, entendendo que se pararmos de prejudicar os outros, não mais iremos experienciar os efeitos do karma negativo. O compromisso de não nos engajarmos em pensamentos, palavras ou ações negativos é a essência do voto de refúgio.

Além de nos abstermos da não-virtude, criamos virtude revertendo o hábito da auto-importância, de sempre nos focarmos sobre nós mesmos. Durante muitas vidas, colocamos nosso próprio benefício antes do benefício dos outros. Ao invés disso, precisamos desenvolver uma motivação verdadeiramente abnegada — a intenção sincera de beneficiar os outros de todos os modos que pudermos através de nosso corpo, fala e mente. Quando agimos consciente e diligentemente com esta motivação pura, geramos virtude, a causa de felicidade futura. Acumular tanta virtude quando possível e dedicá-la para o benefício dos outros é o caminho do bodhisattva. Em essência, significa trazer um bom coração a tudo que fizermos.

Através da meditação, podemos purificar o karma que já criamos usando os quatro poderes. O primeiro poder é o da testemunha. Visualizamos à nossa frente nosso objeto de refúgio, o Buddha por exemplo. O segundo poder é o do arrependimento. Séria e profundamente, nos arrependemos do mal que fizemos aos outros através do corpo, fala ou mente, nesta vida ou em qualquer outra. O terceiro poder é o do compromisso. Nós contemplamos, “Agora que entendi as conseqüências, não mais cometerei ações prejudiciais, não importa o que aconteça”. O quarto poder é o da bênção que surge em resposta à nossa fé e oração. Visualizamos as bênçãos de nosso objeto de refúgio como néctar ou luz, que flui através de nós e purifica todo o nosso karma negativo e obscurecimentos. Se fizermos esta prática de purificação diligentemente, seus efeitos se tornarão evidentes em nosso dia, assim como em nossas experiências durante os sonhos.

Fazendo o compromisso de não prejudicar e de purificar as ações prejudiciais passadas, podemos tanto purificar os efeitos do karma que já criamos tanto quanto fechar a porta para o sofrimento futuro.

Fonte http://www.dharmanet.com.br

Muita Paz * Amor* e Luz*

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Escrito por Pedro Elias

Cada vez mais se faz necessário a formação de curadores dentro da humanidade encarnada. Seres que despojados de qualquer vontade humana de curar, e entregues à vontade de Deus, possam funcionar como verdadeiros agentes dessa cura tão urgente e necessária nos tempos de hoje. Seres que não são formados por nenhuma técnica humana, por nenhum método espiritual ou terapêutico, mas que na entrega incondicional ao mais alto se colocaram, de forma silenciosa e despojada, ao serviço do plano evolutivo.

Enquanto terapeutas nós agimos na superfície dos sintomas, aliviando-os, direccionando-os, remanejando-os, dando um conforto tantas vezes necessário para que a pessoa possa seguir em frente com mais confiança e segurança. Não há nada de errado na terapia. É um instrumento que deve ser usado dentro dos limites do campo da sua acção. Contudo, não estamos ainda no domínio da cura. É como se eu tivesse uma mangueira por onde passasse óleo, e num determinado ponto dessa mangueira existisse um furo. Esse furo, ao verter óleo para o chão, formou uma mancha de sujidade, sendo um risco para quem ali puder vir a escorregar. O terapeuta vai agir sobre o chão, permitindo que este seja limpo do óleo que ali está.

Contudo o furo permanece na mangueira e o óleo continuará a verter sobre esse chão, sendo uma questão de tempo para que tudo volte ao ponto inicial. Quando nós entramos nos domínios da cura, o óleo do chão até poderá continuar lá, mas a mangueira será reparada e não mais verterá. Esta situação, muitas vezes, não é confortável para quem busca uma solução para o seu problema, já que essa busca é muitas vezes superficial e egoísta.

A pessoa quer um alívio dos sintomas e não a cura. E se num processo de cura esses sintomas não são removidos, podendo até ser intensificados, a reacção poderá até ser de rejeição. Seja como for, o problema foi resolvido e o óleo do chão ficará entregue ao livre arbítrio da pessoa e seu respectivo carma. Este remanejar de energias e de forças que a terapia nos traz não é mais adequado para quem busca a verdadeira cura, pois como vimos no exemplo anterior o problema não é solucionado, apenas camuflado. A pessoa fica numa espécie de banho-maria, aliviando os sintomas e com isso caminhando um pouco e logo depois parando de novo quando esses sintomas retornam, por vezes com mais intensidade, pois aquele buraco na mangueira só terá tendência a aumentar. Nenhuma cura poderá alguma vez acontecer por parte de nenhum terapeuta se neste existir o desejo de que o seu paciente seja curado, pois aqui existe uma forma de manipulação e por isso mesmo uma interferência. Nós não temos que desejar nada, mas simplesmente nos colocarmos como instrumentos para que a vontade Divina seja realizada.

Por outro lado, nenhuma cura poderá alguma vez acontecer por parte de nenhum terapeuta que imita para um outro qualquer tipo de energia, pois isto é magia. E mesmo que seja branca, continua a ser magia que é uma interferência e como interferência que é geradora carma. Nada disto é Cura. A Cura começa no silêncio de qualquer vontade humana de curar e de uma entrega incondicional de todo o processo ao mais Alto. Quando alguém necessitado de cura chega junto de um verdadeiro curador, nenhuma técnica é aplicada àquela pessoa. Este ouve com toda a sua atenção, em silêncio, e depois, sem emitir nenhum tipo de energia nem formular nenhum tipo de desejo, mesmo que seja o desejo de curar aquela pessoa, ele traz todo aquele contexto para a sua consciência e dentro desse silêncio, com a sua atenção plenamente concentrada no problema, sem o questionar e sem formular nenhum tipo de juízo, ele permite que um conduto interno seja aberto para que a vontade de Deus se realize naquele contexto.

E é aqui que os “milagres” começam a acontecer. Para aquele que se propõe receber a cura é necessário uma fé inabalável, pois aparentemente nada de visível está a acontecer. Ele que estava habituado às terapias onde muitas coisas acontecem, ali ele está diante do silêncio daquele que se apresenta como um curador. E diante desse silêncio só lhe resta a fé e a afirmação inabalável de que a vontade de Deus seja plenamente realizada, mesmo que esta possa ser contrária ao seu desejo. É também aqui, tal como na situação anterior, que se abre uma porta para que aquilo que chamamos de milagres aconteça.

Quando aquele general romano chegou junto de Jesus para que este curasse o seu empregado, ele apenas contou com a sua fé. Jesus não se deslocou à sua casa nem formulou nenhum tipo de desejo no sentido de curar o seu empregado. Apenas ouviu em silêncio e nesse silêncio trouxe para a sua consciência aquele contexto. E sem emitir nenhum tipo de energia, nem aplicar nenhum tipo de técnica, e tendo como suporte e veículo de condução dessa cura a fé daquele general, a cura aconteceu de imediato, naquele mesmo instante. É aqui que todos aqueles que aspiram a se tornarem curadores têm que chegar. À partida pode parecer algo que está longe do nosso alcance, mas quem cria este distanciamento é a nossa mente, aquela que é perita em múltiplas técnicas terapêuticas, mas que nada sabe de cura. Porque na verdade o alcance em nos tornarmos isto está exactamente na entrega de todo este processo ao mais Alto, porque quem vai curar não somos nós.

E se não somos nós que vamos curar que dificuldade poderá existir para que deixemos de ser terapeutas e nos tornemos curadores? Nenhuma! Existe, no entanto, um obstáculo, e esse obstáculo é o nosso próprio ego. Porque enquanto que a terapia é remunerada, e com toda a justiça pois houve um investimento por parte do terapeuta, a cura é gratuita. Porque enquanto que a terapia é reconhecida e valorizada, a cura é silenciosa e despojada. Porque enquanto que a terapia cria legiões de pessoas dependentes, a cura liberta. E tudo isto o ego não suporta.

Assim sendo, passar da terapia para a cura implica unicamente uma escolha da nossa parte, pois nenhuma dificuldade existe para que isso aconteça. E como fazê-lo, então? Para podermos perceber o que significa exactamente fazer esta transição da terapia para a cura, vou contar uma história real vivida por um casal e que ilustra de modo preciso o que é a terapia e o que é a cura. E a situação que se apresentou a esse casal foi a de um cão que durante dois dias não parava de ladrar.

Eles moravam num prédio que ficava na encosta de um morro onde existiam muitas casas de tal forma que ficava difícil para eles e para as pessoas desse prédio perceber de onde vinha o barulho, pois o eco espalhava-se por todo o lado. Durante dois dias ninguém dormiu naquele prédio, tal era a agonia do animal. Nesse período, e por várias vezes, o elemento feminino do casal, aplicando uma das suas técnicas terapêuticas, emitia à distância energia para ajudar aquele cão.

E embora por vezes ele parasse de ladrar, logo depois tudo voltada ao mesmo ponto. O problema continuava. E assim foi por dois longos dias e duas longuíssimas noites. Ao terceiro dia, e enquanto o elemento masculino se preparava para sair com o filho para o parque, o elemento feminino chegou junto dele e, de uma forma afirmativa e bastante segura, lhe disse: “Sinto que tu podes resolver esta situação. Não sei como, mas algo em mim me dá essa certeza”.

Ele saiu para o parque confuso com tudo aquilo. Como podia ele resolver aquela situação se não sabia em que casa ficava o cão e nem tinha nas suas mãos nenhuma técnica terapêutica que pudesse aplicar. Quando chegou ao parque continuou com isto na sua mente e enquanto brincava com o seu filho, resolveu entregar todo aquele processo ao mais alto. O que ele fez, e essa foi a sua descrição do ocorrido, foi silenciar sobre o assunto.

A única coisa que lhe veio à mente foi: “Pai seja feita a tua vontade” Não emitiu nenhum outro pensamento nem enviou à distância nenhum tipo de energia. Apenas se manteve em silêncio e trouxe para a sua consciência aquele contexto. Disse-me que nesse período toda a sua atenção estava inteira no cão, sem que a sua mente formulasse nada nem emitisse o que quer que fosse. E embora continuasse a brincar com o filho, em nenhum momento deixou de ter presente esse animal. Quando chegou a casa o cão já não ladrava e não mais se fez ouvir. O que aconteceu com aquele animal ninguém soube, mas a cura daquela situação aconteceu. Este relato mostra-nos como a cura pode operar de forma simples e directa, desde que exista da nossa parte a entrega de todo o processo ao mais alto, sem nenhum tipo de interferência. Nenhum.

Trazer aquele animal para a sua consciência e manter a sua atenção de forma integral neste, permitiu abrir uma porta para que Deus actuasse e resolvesse aquela situação, porque Deus só pode actuar na nossa vida e na vida dos outros, quando a porta é aberta. Ele não a arromba. E enquanto que na terapia nós abrimos a porta e entramos para ajudar quem lá está dentro, e assim podemos estar a interferir com aquele processo, na cura nós abrimos a porta e vamos embora, deixando que seja Deus a entrar e a realizar ali a sua Vontade. É apenas isto! Que tenhamos, pois, a coragem de dar este passo, pois o planeta muito necessita de curadores conscientes e actuantes, não na afirmação da sua vontade, pois aí estaríamos no domínio da terapia, mas como espelhos reflectores de uma Vontade Maior.

Um excelente texto para que possamos todos refletir de Pedro Elias da Comunidade Espiritual

Boa Semana

Muita Paz* Amor* e Luz*

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Poço de Alcatrão

O Poço de Alcatrão é uma parábola para descrever o mundo em que vivemos.

Existe um livros maravilhosos de Kryon é um Ser de Luz que embora esteja entre nós encontra-se numa outra dimensão assim como os Anjos, Arcanjos e por aí, as canalizações de kryon mais conhecidas chegaram até nós através de Lee Carroll.

Os seus livros são de uma sabedoria imensa que devem ser lidos mais que uma vez para que possam ser aprofundados e interiorizados.

Hoje vou falar da Parábola do Poço de Alcatrão que encontra no primeiro capítulo do volume IV da colecção. Aqui Kryon mostra-nos como nós vivemos na densidade da Terra que muitos de nós sentimos com mais intensidade que outros, mas diz-nos claramente que existem ferramentas “mágicas” de Deus que nos ajudam a limpar essa densidade e ajuda-nos a viver e circular nessa densidade a viver em Paz e Amor aqui na Terra.

Antes de “despertar” ou tomarmos mais consciência  todos nós achamos que devemos nos conformar com as vidas que temos, com a forma que vivemos e viver ou sobreviver assim, porque muito de nós tentamos sobreviver um pouco mais a cada dia, muitos de nós temos como crença de que a felicidade quando nasce não é para todos e não está ao alcance de todos.

Então kryon explica que quando usamos essas ferramentas “mágicas” que vão sendo colocadas a nossa disposição apesar de nos estarmos aqui e vivermos rodeados de alcatrão nós conseguimos nos mover, o alcatrão toca-nos mas não nos suja, ou seja, a densidade não chega até  nós não toca o corpo nem a alma e toda a nossa vida flui.

Ao iniciarmos este processo de tomada de consciência diária e permanente tudo a nossa volta muda, porque a nossa energia muda, as pessoas que estão connosco também mudam umas afastam-se porque faz parte do processo, outras novas com uma energia nova e consciência diferente aproximam-se mais e tudo na sua vida flui melhor seja no campo pessoal, profissional, emocional ou de saúde.

Para além de permanecer limpo, o Amor á sua volta flui, o dinheiro que é uma energia flui, e assim por diante tudo começa a fluir lentamente e a medida que avança no processo.

Kryon diz uma frase simples mas muito sábia que o trabalho de um ajuda muitos, porque quando nós nos curamos, limpamos e mudamos a nossa consciência estamos a elevar não só nossa energia como de todos aqueles que estão á nossa volta. Isto porque a nossa consciência muda, a nossa intuição aumenta assim como todas as nossas capacidades muitas vezes chegam até nós pessoas que sem saber porquê nos contam a sua vida, porque se sentem bem com a nossa energia, que nos pedem ajuda e por experiência própria confirmo que a nossa vida muda mesmo mas para melhor claro.

Quando de dentro de nós só sai Paz e Amor aqueles que estão á nossa volta sentem isso e assim vamos atraindo pessoas, abundância, prosperidade, saúde enfim tudo aquilo a que temos direito pois universo é infinito. Porque as coisas fluem naturalmente sem stresses, ansiedades ou medos tudo é natural como os processos que ocorrem na natureza tudo tem tempo de ser plantado, geminado e depois colhido.

Quando todos os nossos campos energéticos estão equilibrados metal, fisíco,emocial e espiritual a energia flui naturalmente e tudo flui em nossas vidas.

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